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07/02/12
GOSTARAM DA CPI
Os vereadores de Curitiba não perderam tempo. Tão logo reassumiram suas cadeiras após o recesso de final de ano e começo do seguinte, falaram em convocar Comissões Parlamentares de Inquérito.
A promessa é logo convocar três. Uma pode investigar possÃveis irregularidades nos contratos de concessionárias que administram rodovias que cortam o municÃpio. Outra, fiscalizar o sistema ferroviário e as ferrovias que passam por Curitiba. Por fim, nesta inusitada investida, a terceira seria analisar o serviço de telefonia móvel e fixa. Pronto, aà ta demonstrado o gosto do edis pela movimentação que uma CPI promove. O problema é que em algumas circunstâncias pode gerar invasão de poderes, como é o caso da telefonia. E, afinal, depois dos últimos vexames de CPIs inoperantes, será que alguém vai acreditar em outras. Há sinceridade nisso?
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VIDA CARA
A primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, não gostou do livro da jornalista Jodi Kantor, repórter do “New York Times”. “The Obamas” é o título do livro e a repórter diz ser um retrato cuidadoso das surpresas, tensões e decepções do primeiro casal negro a ocupar a Casa Branca.
Michelle não leu e não gostou. Tratou de rebater as observações feitas pela jornalista do NY. Jodi, porém, foi gentil ao conceder entrevista a O Globo. Uma pergunta: É surpreendente, na leitura, ver quantas despesas da Casa Branca o presidente tem que pagar do próprio bolso. Foi uma surpresa para os Obamas Também?
A resposta: A vida na Casa Branca é muito cara, por que o presidente e a primeira-dama não podem usar recursos públicos para nada pessoal, mas a equipe da Casa Branca é muito grande, então fica dispendioso. Uma das muitas surpresas que eles tiveram quando chegaram foi receber a conta. Ninguém fala sobre isso antes da hora. Se eles convidam amigos para jantar, por exemplo, eles têm que pagar por essa despesa.
Tomando-se a última parte como verdadeira e deve ser, não seria o caso de imprimir e distribuir em todos os estados, a começar pelo Distrito Federal, as casas presidenciais, governamentais e prefeituras?
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REABERTURA DA PEDREIRA
Depois de quatro anos de luta um passo positivo foi dado rumo à reabertura do da Pedreira Paulo Leminski. Ainda sem data prevista, espera-se que as obras de adequação fiquem prontas para que Curitiba volte a sediar shows nacionais e internacionais.
Os jornais na cidade publicaram nesta terça-feira, matéria sobre o acordo firmado pela Prefeitura de Curitiba e o Ministério Público do Paraná para liberar o espaço após a implantação de uma série de obras no local. De acordo com o vereador Jonny Stica, “os shows voltam assim que a Pedreira receber a adequação necessária para que não haja mais prejuízo para os vizinhos. Ao mesmo tempo, essas exigências farão com que os eventos realizados no local sejam mais profissionais”. E como ainda não há prazo definido para conclusão das obras, o vereador afirma que buscará um calendário junto à prefeitura.
Nós curitibanos esperamos que realmente a abertura da Pedreira aconteça com rapidez, e que as obras propostas não se tornem mais um longo episódio desta lamentável novela.
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CONTINUA A MESMA
A senadora Marta Suplicy não vai deixar a vice-presidência do Senado, ainda que tenha feito no inicio de seu mandato um acordo de mudança de funções com o senador José Pimentel. Ela de São Paulo, ele do Ceará, ambos do PT.
Marta não é de deixar a coisa solta. Que o diga seu ex-marido e hoje colega senador Eduardo Suplicy. Há um ano firmou o acordo com Pimentel. Mas isso foi no inicio do mandato de ambos. Marta queria ser candidata à Prefeitura de São Paulo, cargo que já ocupou e que também já perdeu para José Serra. Não conseguiu porque Lula quer é Fernando Haddad, por ter cansado de Marta ou por ver em Haddad as condições de derrotar o tucano na principal cidade do país. Marta, então, mostrou interesse pelo Ministério da Educação, já destinado ao ex-senador Aloizio Mercadante. Nada levou. Então, por que tira-la da “sombra” de José Sarney? Nada disso. Dão um cargo importante para Pimentel, e Marta fica presidindo as sessões do Senado que Sarney já está farto. Prefere politicar no seu gabinete de presidente efetivo e também do Congresso Nacional. O mais, Marta aguarda para os próximos meses, pois a eleição em São Paulo é uma preliminar das eleições governamentais de 2014. Tempo para reconquistar a benquerência de Lula.
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06/02/12
JOGO DE REQUIÃO
Com três mandatos de governador, dois de senador e outros mais, Roberto Requião de Mello e Silva, vive muito das provocações que faz.
Ou que fazem para ele. Não perde uma oportunidade de retrucar. O famoso “troco” é com ele. Fazem o seu jogo, depois reclamam de sua sobrevivência. Agora, na Assembléia Legislativa, o atual governante, Beto Richa, disse que Requião era em seu ultimo mandato, useiro e veseiro de se exaltar sem motivação, pois suas obras foram para “inglês” ver. Beto não deixou por menos: fez mais em um ano de Requião em todo o seu mandato. Por quê? Era o que Roberto Requião queria. Na sua tribuna no Senado, deu o troco. “Richa, disse, ocupou-se em inaugurar as obras que deixei (ele Requião) prontas ou em vias de conclusão, em retirar placas com nomes de outros, em mudar nomes dos programas do governo. E o ex-governante aproveitou para condenar as privatizações que, segundo ele, Richa quer patrocinar. Requião manifestou-se contra passar para empresas privadas as tarefas do estado, como educação e saúde, bem como o saneamento básico.
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